Museu de Arte Moderna – MAM

O Solar do Unhão foi construído no séc. XVII, em terras pertencentes a Gabriel Soares. No séc. XVII, 1690, residia o Desembargador Pedro de Unhão Castelo Branco. No início do séc. XVIII, o Solar foi vendido a José Pires de Carvalho e Albuquerque. Por volta de 1740, surgem as primeiras notí­cias sobre a construção da Capela do Solar. A Capela é reedificada e consagrada à Nossa Senhora da Conceição. Após esse período áureo, ao final do mesmo século, a fazenda do Unhão passa a ser conhecida como Solar do Unhão.

No início do séc. XIX, o Solar foi arrendado, iniciando a partir daí­ um processo crescente de degradação do conjunto, com a instalação sucessiva de fábricas. Já ao final da década de 40, produziu derivados de cacau e manufaturas diversas, sediou oficinas e foi transformado em trapiche, depósitos de combustíveis e mais tarde, durante a 2ª Guerra Mundial, em quartel para os fuzileiros navais.

Em 1943, o Solar foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sendo depois, no iní­cio da década de 60, adquirido e restaurado pelo Governo do Estado da Bahia, com projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi, para instalar o Museu de Arte e Tradições Populares. A partir de 1963, passa a sediar o Museu de Arte Moderna da Bahia, o MAM, considerado o principal espaço para a arte contemporânea do estado e um dos mais importantes do país, por onde passa um público aproximado de 200 mil pessoas por ano.

Exposições de artistas visuais consagrados do Brasil e exterior movimentam as cinco salas expositivas do museu, inserindo definitivamente o MAM no circuito nacional de arte contemporânea. O museu conta ainda com uma galeria ao ar livre (o Parque das Esculturas) e uma sala de cinema. Sedia também eventos artísticos culturais de diferentes linguagens e possui um programa permanente de ações educativas.

Vale a pena conhecer o MAM e apreciar o pôr do sol.

Estacionamento: gratuito

Horário: Terça a domingo, 13h às 19h; sábados, 13h às 21h.

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